Quando se escuta a palavra economia, é comum pensarmos em dinheiro. A própria palavra economia geralmente é associada ao ato de guardar dinheiro. Todos nós já ouvimos, em algum momento, o conselho de “fazer economias para o futuro”, quando na verdade, o que se está querendo dizer é para “fazer poupança”, “guardar dinheiro” para não passar necessidade em um futuro não tão distante.

Bem, acontece que essa é somente uma pequena parte da economia. Na realidade, economia é um campo de estudos preocupado em entender como alocar recursos (trabalho humano, máquinas, equipamentos, terra, água, dinheiro etc.), que geralmente são escassos, ou seja, tem limites, para atender as necessidades do ser humano, que geralmente são ilimitadas, ou seja, não têm fim.

Explicando melhor. Todos os dias são realizados milhões de atividades, seja na roça ou na cidade: acordar, tomar café, tomar banho, estudar, ler, escrever, navegar na internet, dirigir o carro, pilotar a moto, andar de ônibus, trabalhar no escritório, produzir aço, arar a terra, plantar frutas, verduras e legumes, construir casas, cuidar do pasto, montar um carro, etc. Já pensou se cada um de nós tivesse que fazer todas estas atividades? Seria impossível!

Mas existe outro ponto: para executar cada uma destas atividades, os recursos citados, como terra, água, dinheiro, máquinas, trabalho humano e outros, são necessários em certa medida. Daí que entra o economista: ele estuda maneiras de distribuir melhor os recursos necessários para atender as necessidades de todos da melhor maneira possível. Bonito isso, não é? Mas existe alguns problemas nessa lógica e um deles (talvez o principal) é que a vida é muito complexa e existem muitas incertezas.

Por conta das incertezas e da complexidade da vida, planejar e distribuir recursos para atender as necessidades de todos nós nem sempre é tão fácil. Mas é justamente nesse ponto que entender a economia também se mostra importante. Ainda que o futuro seja incerto, ao menos planejar como serão utilizados os recursos que a terra nos dá torna ele um pouco menos incerto.

Veja um exemplo (para facilitar, usaremos o dinheiro). Se cada um de nós tiver uma boa quantia de dinheiro guardada para o futuro, haveria razão para se preocupar em passar fome ou ficar doente ou algo neste sentido? Bem, provavelmente sim, por conta das incertezas mencionadas, mas sabendo que temos determinada quantidade de recursos guardada, a preocupação é bem menor, pois poderíamos comprar alimentos ou pagar um bom médico.

Outro exemplo: se sabemos que a natureza tem um ciclo e que em determinado período chove e outro período é seco, qual seria a melhor atitude a se tomar? Certamente, encontrar meios para estocar água ou encontrar novas fontes de água para evitar a seca. Claro que isso não garante que todos passarão pela seca sem algum sofrimento, mas ao menos minimiza os efeitos da seca até o próximo período de chuvas.

Enfim, todas essas questões estão diretamente ligadas com economia, daí a importância de conhecer mais sobre o assunto. Ao longo dos próximos meses, serão publicados alguns textos sobre economia e temas correlatos nesse espaço do eliezionoticias.com.br com o objetivo de contribuir ainda mais com a socialização desses assuntos, tão mal explicados nos jornais, nas rádios e por aí afora.

Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, entre em contato pelo e-mail franklin@analiseeconomica.com.br ou visite o site www.analiseeconomica.com.br para acompanhar mais sobre economia.

Links para saber mais:

Tá, mas o que é economia? – http://analiseeconomica.com.br/site/ta-mas-o-que-e-economia/

Crônica de uma crise anunciada – http://analiseeconomica.com.br/site/cronica-de-uma-crise-anunciada-2/

Créditos da imagem: http://bit.ly/1GjKrLD